Quem somos nós?

Não somos críticos de cinema, muito menos jornalistas. Somos apenas pessoas que apreciam passar o tempo assistindo um bom filme sempre que possível, esteja ele na sessão da tarde, no cinema ou na locadora mais próxima.
Pessoas que decidiram expor opiniões a respeito dos filmes vistos, dar dicas, como pessoas normais e não como profissão ou formação. Admiramos a sétima arte como qualquer um que gosta e tem como hobbie ir ao cinema ou, simplesmente fica em casa, comer pipoca e guaraná assistindo filme.
Esperamos que vocês gostem do nosso blog e de nossas opiniões. Comentem e dê-nos dicas!

sábado, 16 de maio de 2009

Good Morning, Vietnam



Esse assunto tem sido um dos mais buscados por mim na procura de filmes a respeito de guerra fria (Lembrando eu sou uma historiadora! rs). Mas a verdade era que eu estava zapeando os canais da SKY quando vi que este filme estava começando. Por saber de inúmeras críticas super favoráveis a esse filme, parei pra ver e tirar minhas próprias conclusões.

1ª confissão do post: Não gosto de Robin Williams! Louca? Talvez. Mas a verdade é que eu não sei porque, eu não consigo achar nada de especial... o que para muitos é um absurdo. Mas aí vai a 2ª confissão do post (e sintam-se lisonjeados, porque eu nunca falei isso!): Robin Williams estava fantástico!!! Completamente impecável e super natural. Para muitos, isso que eu acabei de falar é normal. Para mim, realmente não é!

A respeito do filme. É simplesmente perfeito. Com momentos de humor inteligente e sutil. Outros com imagens impressionantes da guerra do Vietnam. Outros mostrando simplesmente os personagens desse episódio sangrento: os soldados, e a sociedade vietnamita. O filme conta a história de um locutor ou DJ de uma rádio para as Forças Armadas americanas em Saigon. Ele tem um senso de humor impressionante e uma crítica ácida às várias situações políticas. Porém começa a ser perseguido ao se pôr contra a proibição de mostrar a realidade.
Através de imagens e trilha sonora perfeitas, um roteiro inteligente e uma crítica sócio-política elaborada de modo às vezes emocionante e cômico, o filme estabelece perguntas importantes e pontos de vistas de ambos os lados. A mais importante é:

Quem é o inimigo? Quem é a vítima?

Muitos diriam, os soldados americanos. Outros poucos, Vietnamitas e vietcongs. O filme deixa para a reflexão. Esse é o dilema que norteia o filme. Com certeza os que o assistirem, sairão com o pensamento bem diferente do que tinha antes.

DESTAQUE: Cenas da monstruosidade da guerra, do cotidiano de ambos os lados ao som de "What a wonderful world"... Cena perfeita e cheia de sognificados.

NOTA? 10 com certeza!

quarta-feira, 18 de março de 2009

O Curioso caso de Benjamin Button






Fantástico!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!Justificar
Um excelente filme, um dos melhores dos últimos tempos. O filme se baseia no relato da vida de Benjamin Button (Brad Pitt), mais não é uma história qualquer. È um relato de uma vida que se desenvolveu as avessas!!! ... é isso mesmo onde ele literalmente nasceu velho e morreu recém nascido, onde viveu nessa vida estranha uma espécie de romance "Romeu e Julieta" (como disse minha namorada no cinema) com a sua amada Dayse (Cathe Blanchett) um amor impossivel, rompido por trajetórias de vidas distintas.
Imagine uma criança nascendo com características físicas de uma pessoa idosa? era Benjamin. Nascido no dia que terminou a Primeira Guerra Mundial aquele bebê monstro foi abandonado por seu pai num asilo, ele foi crescendo como uma pessoa idosa e descobrindo a vida desse jeito, mais ele era um jovem; e cada vez que ficava mais velho, fisicamente ficava mais novo até morrer recém- nascido nos braços da sua amada quando provavelmente já tiverá mais de 80 anos.
O que mais impressiona no filme é essa história curiosa/fantástica como seria viver daquele jeito? a sensação da juventude na idade madura e o fim como uma criança? seria a afirmação da máxima que quanto mais velhos ficamos voltamos a ser criança? sei lá ...
Só sei que isso me impressionou e achei ótimo o filme muito bem "bolado", fenômenal!!!
Assistam!!!

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Dirty Dancing - Ritmo Quente

Eu nunca fui fã de filmes mais antigos, confesso. Apesar de historiadora, isso pra mim era chato. Porém, de uns tempos pra cá, meu digníssimo namorado começou a aguçar meu senso de curiosidade trazendo filmes antigos e que eram legais. Realmente, eu comecei a gostar de assistir esses filmes, até ter (eu por mim mesma) a enorme curiosidade de assistir o filme chamado Dirty Dancing, de 1987. E posso dizer com todas as letras: Esse se tornou meu mais novo queridinho da indústria cinematográfica!
Vamos lá, sinopse rápida do filme e oficial encontrada no imdb (traduzida, logicamente):

"É verão, 1963. Baby (Jennifer Grey) é uma garota idealista de 17 anos em férias com os pais num hotel de veraneio. Numa noite, enquanto conhece o local, é atraída por uma música vinda do alojamento dos empregados. Lá conhece Johnny (Patrick Swayze), o instrutor de dança do hotel, tão experiente na vida quanto a inocência de Baby. Hipnotizada pelas batidas sensuais e os movimentos desinibidos do ritmo quente, Baby logo se torna a aluna preferida de Johnny, tanto na dança quanto no amor."

OK! Nesse momento, todos começam: Mas é musical! Mas é um daqueles filmes de mulher melosos! E é aí que eu falo: Deixem seus preconceitos um pouco de lado e tentem assistir. Esse filme é de agradar todos os gostos!
Como assim, todos os gostos?
Bem, para os intelectuais de plantão, é um filme interessante pois mostra como era a sociedade norte-americana no mesmo momento em que está ocorrendo a Guerra do Vietnã. Como a alta sociedade é fútil, os preconceitos, e a rebeldia da juventude... Aos que são fãs de musicais, tem a presença marcante da trilha sonora àqueles que curtiram os bailes da década de 80 como "Time of my life", "Hungry Eyes", "Overload" e por aí vai. Aos fãs de romance, temos a química impressionante entre os atores Patrick Swayze e Jennifer Grey numa lindíssima história de amor.Às mulhere que, assim como eu, gostam de apreciar a beleza masculina, temos Swayze em sua mais perfeita forma física e no auge do seu charme e sensualidade. E para aqueles que apenas gostam de assistir um bom filme e se divertir, esse é perfeito por todos os fatores acima e o bom humor tratado.
É um clássico; Um romance social; um musical capaz de fazer aos mais recatados mexerem o pé ao ver as danças perfeitas e as músicas envolventes (destaque para outra música da trilha "She's like the wind" do próprio ator principal). Deixo a dica! É muito legal!
Nota 10,0

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

BATMAN - O CAVALEIRO DAS TREVAS




Muito bom. Com um Batman com a voz do Cid Moreira, e um Coringa porra-loca total, esse é um filme que vale a pena.
O filme é longo. São mais de duas horas, mas que parecem ser quatro. Os efeitos do filme são putamente bem feitos, além das interpretações dos atores terem sido muito boas, com destaques ao noivo cadáver Heath Ledger, do porra-mãe-e-irmã Christian Bale, e do Marcelinho Carioca Duas-Caras Aaron Eckhart. E outra coisa: a roupa do Batman faz ele parecer o sétimo integrante do Village People.
Minha nota: 8,5

CASABLANCA



Um puta filme. Um clássico que tem que ser visto. Mostra que o amor persiste no tempo, e no caso do filme, a uma guerra que matou tanta gente.
Aviso logo que é um drama-romântico, em preto-e-branco. Portanto, se você é um bocó que gosta de ver só filme de explosão e sangue jorrando(eu adoro!), vá jogar Play 2 com seu primo de 7 anos. Mas se ele não quiser jogar com você, me chama que eu jogo, porque eu sou um bocó às vezes.

Minha nota: 7,5

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Um amor de tesouro


Casal se divorcia apesar de ainda se amarem. Só que o rapaz encontra uma evidência de um tesouro no fundo do mar que ambos haviam procurado por tanto tempo. Isso é uma desculpa pra trabalharem juntos e redescobrirem o que sentem um pelo outro.
O filme parece clichê e é...mas é um filme bem divertido e tem as paisagens maravilhosas do Caribe.
Além disso, temos Donald Sutherland,e no papel principal, Matthew McCounaghan e Kate Hudson (Uma aposta pela química que rolou entre os atores na bem sucedida como perder um homem em 10 dias).
Tipo não espere nada de muito inteligente ou surpreendente nesse filme. Apenas assista e se divirta com a aventura de caça ao tesouro no fundodo mar do Caribe... porque apesar dos clichês, você ri muito...

sábado, 6 de dezembro de 2008

Twilight - Crepúsculo


Os dois livros lançados aqui no Brasil da série Twilight disparam nos top 10 de mais vendidos do Brasil. No mundo a situação é a mesma. Os livros de Stephenie Meyers são sucessos que até o grande Barack Obama, presidente recém-eleito dos EUA lê com as filhas. Agora, o primeiro deles virou filme e já passou 007 - Quantum of Solace nos cinemas norte-americanos. Entrou com bom orçamento na lista dos filmes que mais arrecadaram no primeiro dia de estréia e no primeiro mês pagou e rendeu lucros a Summit que quase não investiu dinheiro nele. Bem, eu sou uma dessas Twilighters que leram todos os livros da saga e se apaixonaram pelo romance vampiresco de Bella Swan e Edward Cullen. Aqui vai uma pequeníssima crítica/dica para quem não conhece o romance ir ao cinema e conferir.
Kristen Stewart (mais conhecida como a filha de Jodie Foster no filme Quarto do Pânico e a hippie de Na Natureza Selvagem) interpreta Bella, menina que se muda para uma pequena cidade chuvosa e cinzenta do Norte dos Estados Unidos a fim de ficar com o pai. em seu primeiro dia de escola encontra o rapaz mais bonito da cidade [e estranho] e que aparentemente a odeia sem ao menos a cumprimentar - Edward Cullen (Robert Pattison - Cedrico diggory de Harry Potter e Salvador Dali do filme Littles Ashes). Enquanto a sua relação com esse misterioso rapaz evolui, ela se descobre apaixonada pela mais perigosa das criaturas - um vampiro. Diferente , por se recusar a tomar sangue humano, mas ainda assim: vampiro.
Como nem tudo são flores numa relação em que o seu conjuge tem uma sede pelo seu sangue, vemos como essa relação se torna cada vez mais intensa com a chegada na cidade de vampiros normais (entende-se bebedores de sangue humano) ameaçam a vida de Bella e Edward se vê tendo um confronto direto com um dos terríveis vampiros chamado James.
Com um tom sombrio na tela, o filme não é só uma história de amor sobrenatural. Cenas de lutas, De muita química entre os atores, o romance revoluciona as histórias dos vampiros que em 2010 já tem uma continuação com o segundo livro da série: Lua Nova. Assistam sem preconceitos... que vocês vão gostar...

P.S.: Depois de assistir no cinema, aí mesmo que recomendo a todos!! é fantástico apesar do pouco orçamento... muito bem feito e muito bem interpretado. Impossível ler a série ap artir de então e não imaginar Kristen e Rob como seus personagens... então... vejam!

sábado, 8 de novembro de 2008

Uma campanha INTERESSANTE

Eu sei que livro não tem nada haver com cinema...

NADA HAVER UMA OVA... Grande parte dos filmes bons que circulam pelo setor saem de livros. Orgulho e Preconceito, Harry Potter, Rambo, Ensaios sobre a cegueira (embora o filme seja ruim...), Crepúsculo (a sair nos cinemas). Sem dúvida lê-los é um prazer imensamente maior do que simplesmente assistí-los na telinha. Vc imagina seus personagens do jeito que vc quiser... os cenários etc. É simplesmente maravilhoso!!!
Com essa campanha inauguramos aqui uma sessão de livros que se transformaram ou se transformarão em filmes... espero que gostem!
Tá aí uma campanha que nosso blog apóia completamente! rs

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

O Procurado



Filme baseado em HQ que mostra "O fracassado Wesley Gibson (James McAvoy), após a morte do pai, misteriosamente assassinado, descobre que possui poderes muito além de sua imaginação. Ele se torna o mais novo recruta de uma sociedade secreta de assassinos e é treinado para ocupar o lugar de seu falecido pai." (sinopse encontrada no site
O que dizer desse filme? Nada em específico. O filme não é profundo. Desafia o tempo todo, TODAS as leis da fisica... e mais, não tem uma história la muito interessante.

Valoriza a ação. e isso o torna aquele tipo de filme, sem nenhum tipo de conteúdo que simplesmente serve pra você passar um momento no cinema. Um filme-pipoca. Prende sua atenção com os grandes efeitos especiais e com a história mirabolante e, apesar disso previsível, e mais nada.

Tá. O filme conta com Morgan Freeman. Ele é brilhante, e eu sou parcial quando falo dele. Adoro a interpretação dele. Sempre é perfeito. Porém não posso dizer o mesmo de todos os outros atores desse filme. Inclui-se nisso Angelina Jolie, que não faz nada muito "Ohhhh". Aliás o Nada descreve bem seu papel nessa trama. E dos outros também. Péssimo!

Ensaios sobre a cegueira



Bem, lá fui eu para o cinema assistir Ensaios sobre a cegueira, filme baseado em obra homônima e conhecidíssima de José Saramago. danado do bonequinho do Globo tinha achado ótimo, mas outras dicas/ críticas eu simplesmente não vi. Ahh, nem li o livro, embora conheça sua história e pessoas que tenham lido. Acho que se tivesse ido esperando algo bom, sinceramente eu teria ficado muito mais revoltada pelo que eu vi.

A história é uma epidemia de cegueira branca, super contagiosa que se espalha pela cidade/país. Os infectados são colocados num prédio psiquiátrico separados do mundo e tem que aprender a conviver. Porém uma única pessoa parece ser imune e mantém em sigilo o fato de enxergar para os outros e praticamente cuida de todos.

O interessante é que a quantidade de pessoas vai crescendo dentro de um mesmo prédio, montando um verdadeiro micro-cosmos da sociedade. Dando espaço a ciúmes, luta pela liderança, e várias outras coisas. Uma verdadeira guerra entre grupos, mostrando como as coisas realmente acontecem na sociedade normal. Porém como são cegos, nada se baseia na raça, ou na cor da pele... tudo é entre setores... Ala 1, Ala 2 e Ala 3.

O roteiro é perfeito. Nos dá um brilhante panorama do que somos como sociedade. De como somos como indivíduos. Como nossos instintos funcionam, como lidamos com o caos. Como mesmo dentro dessa esfera coneguimos ver pessoas que se recusam a confiar nos outros e simplesmente acabam usando de seu próprio egoísmo como proveito. Críticas ao capitalismo. Ao racismo. Tudo muito bem colocado. Quanto ao roteiro, simplesmente perfeito. Nota para o Saramago: 1000!!!!!!

Agora vamos para o enorme problema ao meu ver. É perceptível que a direção seja brasileira. Eu gosto de alguns filmes brasileiros, desde que ele não tenha exatamente os problemas que esse tem. A marca de um filme brasileiro. Um filme que poderia ser muito mais sutil, com uma direção de arte que valorizasse a história em si, seria ótimo. Mas valorizou-se a violência, os sons, uma imagem como se fosse o verdadeiro Carandiru. Tudo o que poderia ser colocado de maneira mais sutil, foi colocado de maneira brusca, rude demais. Com isso, a história acaba ficando confusa e se perde. Eis o problema que sofre os filmes brasileiros. E esse, apesar de poder ter sido bom, pecou feio nesse quesito, e mais cmo tudo isso... foi longo demais! Confesso que fiquei extremamente cansada enquanto assistia. Isso é difícil pra mim!

Pra mim é um filme que poderia ter sido muito mais interessante. Filme pra ser visto em casa (Minha revolta de ter ido ao cinema!). Filme que faltou muita coisa pra eu poder considerar bom.

domingo, 21 de setembro de 2008

Estamos de volta!!!!

Após umas férias merecidas para nós do blog, estamos de volta!!!
Com filmes antigos, novos, lançamentos e novidades!!!!
Agora em nosso blog estamos abrindo espaços pra comentários de trilhas sonoras, séries no geral e filmes que estão por vir...
Também tem um espacinho especial pra comentar livros que se transformaram em filmes ou se tranformarão... espero que vocês gostem da novidade!

Bem, a partir dessa semana... só ajeitando as coisas pra recomeçar a fazer o que amamos, indicar filmes... rsrsrs

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Jumper


Se você estiver a fim de assistir a um filme de ação na qual você simplesmente não consegue desgrudar os olhos da tela por um segundo? Eis aqui a opção: JUMPER. Um filme que cria um enredo, além de te dar quase uma hora e meia de pura emoção, onde roer as unhas durante os teletransportes, perseguições, etc.
Bem mas o que é Jumper? A história é sobre um jovem chamado Daniel Rice que descobre ter o dom de se teletransportar. O que acaba funcionando numa libertação de seus problemas em todos os quesitos. O problema é que ele não é o único que tem esse dom e nem é tão bem visto assim. A existência de um grupo de pessoas que desejam matar todos os chamados jumpers, levam a esse testar sua força e esperteza a fim de sobreviver e ajudar as pessoas que ama.
O filme além de contar com os diretor de "Identidade Bourne" e "Sr. e Sra. Smith" - o que já dá uma pequena idéia da ação que se passa no filme, conta com rosto famosos como Jamie Bell de "King Kong" e "Bilie Elliot", Samuel L. Jackson (não precisa nem apresentações), Hayden Christensen (o Anakin Skywalker/ Darth Vader da nova trilogia de Star Wars) como o papel principal e uam participação especial de Diane Lane...

Não dá pra contar mais nada... só assistam! É um filmaço!

sábado, 21 de junho de 2008

Um amor para recordar


A primeira vista, quando você começa a assistir o primeiro pensamento que passa é 'mais um filme idiota americano', Landon é um menino agressivo e sem-limites que por força das circunstâncias tem que se relacionar com Jamie, filha do pastor da cidade, meiga e cdf. Acabam se apaixonando. Típico roteiro hollywoodiano, se não fosse por um detalhe... o filme não é um simples romance... é um drama. Quando tudo parece se encaminhar pra um desfecho feliz, um segredo vem a tona e acaba mudando toda a história. Como eu li na capa do dvd: "O destino que os uniu, vai também lhes pregar uma peça". Mostra-se que a história não tem comom tema o casal, e sim, a redenção!
O filme é lindo. Emocionante mesmo! Digo que a maior parte das pessoas que assistiram esse filme choraram... em alguma parte... Eu chorei! Ele tem uma história comovente que mostra que o amor é capaz de realizar milagres. Não dá pra falar muito desse filme senão acabo contando a história, mas coloco como um filme recomendadíssimo!!!

terça-feira, 10 de junho de 2008

Nós na fita



Você está a fim de rir muuuuuuuuito?????? Então assista a esse espetáculo de teatro apresentado por Leandro Hassun e Marcius Melhem. São várias esquetes no estilo "Stand up comedy" norte americana, onde se satiriza coisas do cotidiano de qualquer pessoa como casamento, futebol, trocadilhos, palavrões, pleonasmos, carnaval, entre outros.
O que torna ainda mais engraçado o espetáculo - se já não bastasse esses dois atores fenomenais - é o fato de que você se enxerga o tempo todo nas coisas ditas ali! Dica de alguém que riu até chorar assistindo esse dvd. Vale muito a pena

ATENÇÃO: O ESPETÁCULO "NÓIS NA FITA" ESTÁ EM CARTAZ EM NITERÓI!

"O Navio dos sonhos..."

Bem esse foi o filme que marcou a minha vida e a de muita gente da minha geração e de todas as idades. A minha em especial foi marcada por vários postêres de uma determinada cena, tudo tinha a música tema desse filme (inclusive meu casamento irá ter com certeza) e mais, as pessoas da minha geração - e do sexo feminino, como eu - foram marcadas por um fenômeno chamado Léomania... já matou a charada de qual filme estamos falando, né?! Isso mesmo! Nada mais e nada menos do que Titanic do diretor James Cameron.



Foi uma comoção nunca antes vista na história do cinema... filas e filas pra se entrar na sala... Mas ao entrar você não se decepcionava. Pelo contrário, geralmente, você saía chorando e congelado do cinema (esse último mero detalhe...).
Mas vamos lá! O filme conta a história do naufrágio mais conhecido da história e de toda a polêmica que ronda a mesma história - "Nem Deus poderá afundar esse navio!" - mas não é meramente a história do navio. É a história de amor entre a aristocrática Rose de Witt Bukater e do jovem Jack Dawson. Ela, uma jovem triste e presa nas tradições da classe, está noiva de Calledon Hockley (importante magnata) num casamento arranjado a fim de manter o nome e a riqueza da família e, embarca no Titanic como se fosse uma "ovelha indo para o matadouro". Jack Dawson, é um rapaz pobre, de origem humilde, que ganha as passagens pra terceira classe num jogo de pôquer 5 minutos antes do navio zarpar. Ele e seu amigo Fabrízio mostram um lado de que apesar da fome e da falta de dinheiro são muito mais felizes do que o lado rico que vemos entrando no navio. Como ele mesmo se denomina ele é "O Rei do Mundo".
Esses dois estratos sociais diferentes e opostos se encontram num momento conturbado... Rose tenta se matar e aquele jovem a "salva". Se tornam amigos e ela começa a conhecer um mundo em que poderia se sentir livre. O amor é construído e ele começa a fazê-la se sentir feliz com coisas simples. Toda a história desses dois estão entrelaçadas com a história do navio em si. O que traz toda a sorte de emoções.
Tudo se inicia com uma expedição a procura do "Coração do Oceano" um diamante em formato de coração valiosíssimo num cordão, e ao invés de encontrarem a jóia encontram um desenho do dia do acidente de uma Rose nua e utilizando o dito cordão. Daí vemos uma senhora simpática que se diz ser a tal Rose dona do cordão e a história do filme é narrada por essa senhora de modo emocionado e realista.
O filme é longo demais e tem muita coisa que simplesmente não dá pra narrar aqui nesta única resenha. Mas uma coisa que intrigou a mim e a minha avó (Ela era a minha maior escudeira no ato de assistir filmes): Por que raios a Rose se atira da única chance de salvação em prol de ficar com o Jack até o fim? Que burrice, não?! Ela sabia que o navio ia afundar... e não faz isso uma vez só... FAZ DUAS!!!!! Uma ela sai dá uma bela cuspida na cara do noivo irritante dela a fim de libertar Jack, a outra o noivo fala que ambos iriam se salvar, se ela entrasse no bote primeiro... E ela pula do bote! e volta pra ficar com o personagem de DiCaprio. Que amor é esse que leva a essas loucuras? Eu entendi recentemente (pois é...) numa das minhas assistidas (deve estar na casa dos 1000 vzs.).
A máxima da música tema é verdadeira. Eles se amavam sim! Mas mais do que tudo, eles ainda estavam na primeira fase de um amor arrebatador... Eles se conheceram e viveram tudo de maneira muito intensa em muito pouco tempo! Viram as cadeias de classe serem rompidas. Ela se viu pela primeira vez livre e feliz como nunca antes. Se entedermos o conflito que essa moça estava passando e que a levaria ao suicídio se não fosse o jovem em questão, nunca entenderíamos a força que ela ganha a partir desse encontro fortuito para o fim do filme.
O filme é focado nesses dois personagens, mas não se resume a isso. Vemos cenas marcantes na parte do naufrágio, cenas que fizeram muitos saírem com os olhos vermelhos de dentro do cinema. E pior, cenas que realmente devem ter sido reais... Se virmos o enfoque histórico da trama, estamos na primeira metade do século XX, onde a diferença social é predominante. No filme, isso fica o tempo todo claro, mais ainda quando acontece o naufrágio e enquanto os ricos estão tomando os botes a massa de segunda e terceira classe não tinham nem chances de se salvar, pois haviam sido trancafiados a fim de não levar o pânico as classes superiores. Cenas chocantes desse impasse: Uma mãe colocando os filhos pra dormirem para não se verem morrendo; Um casal de velhinhos que vêem a água entrar pelo seu quarto e, como não tem chances de sobrevivência, se abraçam em prol de morrerem juntos, a orquestra que tocou até o fim (isso foi verídico!) como um ótimo pano de fundo ao sofrimento daquelas pessoas, o fato de que somente 1 bote voltou para resgate dos que haviam caído na água, de 15! Tudo mostra o quanto a nossa sociedade era e continua sendo fria com relação aos problemas dos outros e não conseguem enxergar além do próprio umbigo.
A história de Rose e Jack é fictícia, porém todo o resto é muito real. O pano de fundo é real. 1500 pessoas morreram enquanto somente 700 sobreviveram, muito menos da capacidade dos 15 botes. A história é contada de maneira brilhante, onde você chora, ri, se emociona e se apaixona o tempo todo do filme. Recomendadíssimo a todos os que ainda não tiveram o prazer de ver (e rever... rsrs) esse clássico do cinema contemporâneo que recebeu 14 indicações e 11 oscars, incluindo melhor filme e melhor trilha!


Páragrafo a parte: O que é a trilha desse filme?! "My heart will go on" cantado por Celine Dion é somente a ponta do iceberg de 14 músicas que te emocionam até o último fio de cabelo. Se você nunca ouviu as músicas do cd de trilha sonora vale muito a pena!

terça-feira, 27 de maio de 2008

Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal

Breve uma resenha desse super lançamento! Enquanto isso... veja o trailler que relembra os outros três filmes do arqueólogo mais famoso e amado do mundo!

P.S.: Eu te amo


Pode falar o que quiser... esse filme deve ser mais um água com açúcar que só mulher gosta, etc... mas eu tenho que dizer que, mesmo sendo mulher e portanto suspeita, esse filme é lindo demais!!!!!! Quando eles colocaram na capa a frase: "Você vai se apaixonar!" EU juro que não acreditei de primeira, mas agora eu posso dizer eu me apaixonei por esse filme. Pra começar, temos no elenco pessoas de peso: Hillary Swank ("Garota de Ouro" e "Meninos não choram"), Gerard Butler (O Leônidas de "300") e Kathy Bates (que dispensa apresentações, mas eu coloco mesmo assim... "Tomates verdes fritos" e "Titanic", além de outros vários e bons!), que mais uma vez dão um show em um filme muito inteligente e leve.
Bem, o estilo do filme é comum até um ponto principal. O filme começa mesmo com o funeral de Gerry - personagem de Butler - e este é o primeiro choque do filme. Meu namorado e minha mãe quando começamos a ver foram os primeiros a perguntar: "Ué, o filme começa com o cara morto??", pois é... a partir do aniversário de 30 anos da viúva - Holy, que viu seu mundo desabar com a perca de seu único e verdadeiro amor por conta de um tumor cerebral, ela começa a receber cartas do seu marido que, antes de morrer, preparou inúmeras coisas e cartas para ela fazer a fim de que ela conseguisse "seguir em frente". Ahhh o detalhe é que em todas as cartas, ele terminava com um "P.S.: Eu te amo!"
Eu não conseguia entender como eles conseguiriam fazer um roteiro disso. Mas o impressionante é que eles conseguiram! O roteiro é inteligentíssimo, com diálogos
dinâmicos e atuações seguras. Eu me encantei com os personagens! Gerry era um irlandês simpático, louco e apaixonado. Butler se tornou um dos meus atores preferidos por ele... a animação e simpatia que ele passa através de seu personagem - seja nas aparições, seja apenas na sua voz - é contagiante! Holly era uma mulher mais racional, quieta, e igualmente apaixonada por Gerry! A partir das cartas e suas ordens a gente vai vendo Holly seguir em frente, aprender e conhecer o mundo, além de nos fazer conhecer as lembranças mais lindas do seu romance com Gerry.
Um outro detalhe é a fotografia do filme... o pano de fundo é simplesmente a Irlanda! Com seu verde e colorido natural, seus pubs e suas casas tradicionais... tudo perfeitamente equilibrado.
Uma cena que eu tenho que falar é a primeiríssima do filme. É perfeita!!! Mostra o que é um casal! A briga é engraçada o show de striptease do Gerry é melhor ainda... tudo é perfeitamente agradável de se ver e natural!
Vale ressaltar que o filme é um roteiro adaptado do livro de Cecilia Aherne! (Eu já digo que vou ler esse livro durante as minhas férias e passo aki pra dizer... rs)

Indicadíssimo!! E repito o que li na capa do DVD: "VOCê REALMENTE VAI SE APAIXONAR!"

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Doom - A porta do inferno


Quando um grupo especial de soldados é chamado para resolver um problema numa estação em Marte, referente ao desaparecimento de alguns cientistas, eles descobrem que há muito mais por trás deste sumiço.
Com a besta-fera T-Rock como líder dos soldados, temos este filme, que dou um 7,5 de nota. Terror até legal, com bons sustos e com uma história deveras interessante. Tem a ver com genética e cromossomos humanos :) .
O filme é uma adaptação do jogo(ou não) de mesmo nome, este bem conhecido no mundo dos jogos. Mas como pouco joguei o tal, não posso comparar e dizer se a adaptação(se foi uma) ficou boa ou ruim. Falo isto pois recentemente Resident Evil foi levado aos cinemas, este sim uma adaptação do jogo de vídeo-game, quando foi elogiado e criticado. Adaptações são grandes problemas de se resolver!!!

Perfume de mulher

Simplesmente fascinante. Não há quem não se arrepie com aquele Tango famosíssímo, tocado num restaurante e dançado por Al Pacino e uma moça muito bonita. Com belas atuações deste Al Pacino( quando ele atuou mal???) e Chris O´Donell, este drama fica melhor a cada minuto. De longa duração, no entanto, não é daqueles que se torce para acabar logo. Pacino é Slade(Frank), Tenente-Coronel reformado, cego e sem prespectivas futuras ou presentes na vida. O´Donell é um bolsista de um tradicional colégio estadunidense. O rapaz é pago para cuidar do Tenente por alguns dias, pois sua família está de viagem e ele não quis ir. O início é bem conflituoso, como aquele jeitão de militar assustando o jovem estudante. Só que depois o entrosamento entre eles é quase perfeito. Há cenas engraçadas, como a da Ferrari( que não vou contar, óbvio), como as dramáticas, como quando da visita a casa do irmão de Frank, Willie Slade. Enfim, uma obra-prima que demorei para ver, mas adorei. Dramas normalmente são muito bons. Com este filme, Al Pacino levou a estatueta de Melhor Ator, na premiação do Oscar. A lição de que a vida só tem ponto final se NÓS quisermos é de utilidade suprema para todos.

terça-feira, 20 de maio de 2008

V de Vingança



Este filme é o melhor que já vi! O que mais mexeu com meus princípios. O que mais me identifiquei. E direi por que.
O filme é recheado de idéias. Ainda que haja ação, este não é o foco. Mesmo assim, sendo um filme ideológico, ainda teve grande bilheteria pelo mundo.
Numa Inglaterra de um futuro próximo, um Governo autoritário e que diz o que o povo quer pensar, agora tem uma pessoa que se opõe, não só por palavras, que nunca mudam nada, mas com atitudes. Ele é o V. Ele eleva o momento do 5 de novembro, dia em que Guy Fawkes tentou explodir o Parlamento inglês, para tentar derrubar o Governo déspota da época, no século XVII.
O V é um personagem em quadrinhos da DC Comics. Ele não tem rosto. Sua existência está relacionada ao Governo que pretende deter.Não que tenha ajudado a este, mas seu passado problemático se deve ao próprio Governo.
Ele é um cara sensacional. Cita Macbeth, usa uma sinfonia de Tchaikowsky, além de várias frases, como por exemplo, quando leva vários tiros e resiste: "As idéias são à prova de balas."
Sua relação com a personagem de Natalie Portman, Evey Hammond, é de causar inveja a qualquer obra literária, onde haja um casal na história. V a compreende, lhe fazendo abrir os olhos e ver quem realmente é. O cara é sincero, ao ponto de dizer que matou certa pessoa quando Evey lhe pergunta.
Ela, começa não com muito conteúdo, depois se mostrando ser muito parecida com aquele mascarado, o V. Sua família teve um passado, assim como o V, relacionada com o Governo, o qual ao passar das duas horas e pouco do filme se descobre cada vez mais atitudes devastadoras. Estas muitas vezes nos remetem ao mundo atual(é só ver nas entrelinhas).
A trilha sonora é muito boa, apesar de não lembrar de exemplos enquanto escrevo, mas lembro sim que ao final vi que durante o filme tocou Corcovado e Garota de Ipanema. No entanto nem percebi. :)
Um filme de forte conteúdo e, que nos mostra que sermos passivos com a realidade compromete a nossa própria existência. Nota mil e um.